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Muitas pessoas se encontram desorientados ante as promessas de um progresso e modernidade que não satisfaz a sede do Transcendente. Mas eles não estão sozinhos pois o ser humano de hoje pode encontrar em Santo Agostinho uma resposta a seus problemas. Como Santo Agostinho passou pelas mesmas angústias que o ser humano de hoje passa, ele é tão atual hoje em dia quanto foi na época em que viveu. Para Santo Agostinho, somente a Verdade (=Deus) pode nos libertar de nossas prisões interiores. Deus é tão necessário em nossa vida como o ar respiramos.
Frei Mason - 01/12/2018

Como um dos autores mais citados de todos os tempos, ao ler Santo Agostinho se encontra um roteiro muito humano de como se deve buscar o bem supremo. Foi nas profundezas de seu ser que Agostinho se deparou com a imagem de Deus. "A força motriz do mundo é o Amor", afirma Santo Agostinho. É impressionante o interesse que as obras de Santo Agostinho vêm despertando nos dias de hoje e, especialmente, na juventude estudiosa, até mesmo de outras religiões. Ele é, sem sombra de dúvida, o grande Mestre do Ocidente. Para a filosofia cristã é um referencial obrigatório. O ser humano moderno pode encontrar no autor das Confissões uma resposta a seus problemas, buscando, assim, um rumo diante das desorientações que as promessas de um progresso que não lhe satisfaz a sede do Transcendente.

Ante a caducidade dos bens terrenos e o insaciável de seus desejos, ante a atração irresistível de um ideal nunca realizado nas estreitezas e misérias da vida, ante o mistério insondável da eternidade, o ser racional, mais do que nunca, sofre torturas indizíveis, angustias imensas de uma pessoa em anelos da realização de sua plenitude. 

O ser humano de hoje, porém, assiste uns após outros no trono de suas quiméricas adorações subir e tombar ídolos fugazes e impotentes e, nesta queda sucessiva das falsas opiniões dos falazes arquitetos de ideias, com a experiência repetida de desenganos dolorosos, ele sente enraizar dentro de si a dúvida e, com a dúvida, a tortura, o desespero e com ela a grande decepção de sua inteligência embaída. Sai então à cata de uma doutrina que lhe restitua a dignidade de ser pensante na busca da Verdade e do Bem, libertando-o de seus desenganos. Para tanto, nada melhor do que entrar em contato com o pensamento agostiniano, pois grande é a sua modernidade. 

Quem estuda com atenção os Documentos do Concílio Vaticano II e conhece os escritos de Santo Agostinho percebe ao vivo como os textos conciliares estão impregnados da mensagem agostiniana. Muitas vezes candentes enunciações são transcritas, como na Constituição Pastoral Gaudium et Spes no capítulo primeiro que trata da dignidade da pessoa humana, citando a famosa expressão de Santo Agostinho, que patenteia a imperiosa necessidade da abertura para o Ser Supremo: Fizestes-nos para Vós, Senhor, e o nosso coração permanece inquieto enquanto em Vós não descansar. (Confissões I,1).

Dostoiewiscky, num instante de formosa inspiração, com razão, proclamou bem na linha do Hiponense, que o incomensurável e o infinito são tão necessários ao ser humano como o pequenino planeta que ele pisa. A Constituição Dogmática Lumen Gentium, entre outras, traz esta belíssima assertiva da Cidade de Deus, referente à Igreja que entre as perseguições do mundo e as consolações de Deus avança peregrina através da História. Dei Verbum sobre a Revelação Divina várias vezes apela para este Doutor como base do ensinamento em questão. O mesmo fazem os Padres Conciliares nos outros documentos.

O Papa Paulo VI nutria uma especial admiração por Santo Agostinho que para ele era inigualável mestre da vida espiritual e cristã em que se pode encontrar as expressões mais felizes, atrativas, comprometidas e confortáveis que se poderia encontrar no vocabulário do nosso colóquio com Deus e com a alma. O Papa João Paulo II escreveu uma memorável Carta Apostólica por ocasião do XVI centenário da conversão de Santo Agostinho, ostentando que este fato foi um marco na História do cristianismo. Esta influência profunda de Santo Agostinho se deve à persistência com que ele buscou a Verdade. Ele trilhou veredas de erros como o materialismo, o racionalismo, o ceticismo, mas, iluminado pela graça divina que veio em ajuda à sua inteligência privilegiada, acabou por encontrar a autêntica doutrina. Nos seus escritos se percebe uma sinceridade fascinante, impregnada de uma humildade arrebatadora.

Ler Agostinho é encontrar um roteiro muito humano de como se deve buscar o verdadeiro pábulo intelectual para a inteligência e o bem supremo para o coração. Ele deixa claro que quem não se empenha em chegar ao porto da eternidade estará sempre frustrado. A universalidade e a profundidade de seus ensinamentos estão unidas a uma linguagem filosófica, teológica, mística, poética que encanta a cada passo.

A interioridade a que levam seus escritos é um dos pontos mais luminosos de toda a sua obra. Ele escreveu num de seus comentários ao Evangelho de São João: Explora e reconhece o que existe dentro de ti. Desce à tua intimidade. Desce à câmara secreta da tua consciência. Se te afastas de ti mesmo, como poderás aproximar-te de Deus? Ele declarou que só queria conhecer Deus e a alma. Então, nas profundezas da mente humana ele deparou a imagem divina. Deste modo o ser humano então pode se elevar até Deus e encontrar nele a razão de ser da sabedoria e do amor. No campo teológico, o sentido profundo do mistério imerge o leitor numa arraigada fé, numa esperança fulgente e sobretudo num oceano de amor.

Dirá Agostinho: Ama e faze o que quiseres! Abre-se um horizonte infinito e a alma se vê imersa num notável clima sobrenatural. Estremecimento profundo de emoção e de estupor se apossa então do estudioso de seus trabalhos lavrados com tanta acuidade.

A Verdade, porém, patenteada por Agostinho penetra suavemente o ser humano e este compreende então que Deus é, de fato, Amor! É que para Agostinho o amor é a força motriz do mundo humano, a razão que governa os seres humanos e os faz dançar à sua música.

Compilação e edição: frei Mason

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